Você
sabe quais as melhores coisas de sair pelo mundo a pedalar?
Bom, a
primeira delas, óbvio, é poder ver cenários maravilhosos sem gastar um centavo
com gasolina ou qualquer outro combustível, além do próprio esforço. É por vezes
exaustivo, sim, não vou mentir.
Mas a
verdade é que, para mim, nada substitui o vento na cara, o prazer de chegar no
alto depois de uma subida e poder pensar “eu cheguei até aqui sozinha”. A
bicicleta não cobra nada se faz duas horas, dois dias ou dois meses desde a
última vez que você pegou a magrela para dar uma volta.
Ela
não reclama da distância, do clima, muito menos do terreno. Para ela não faz
diferença se está chovendo ou não, se você está apenas pedalando por pedalar ou
se está treinando para uma competição. Ela não reclama da sua roupa, nem da cor
ou do corte do seu cabelo. Ela não vai te assediar porque gostou da cor da sua
calcinha ou porque a bermuda está muito justa. Ela não reclama do seu peso.
Muito pelo contrário: ela vai te ajudar a emagrecer, a ganhar musculatura e
resistência física.
Ela
cabe em qualquer lugar: num cantinho da garagem ou embaixo da beira do telhado.
Naqueles
dias de estresse, que você não quer pensar em nada, nada como uma pedalada após
à outra para clarear as ideias. Deixar as rodas te guiarem, sem nenhuma
cobrança, apenas para ver onde elas vão te levar.
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